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30 novembro 2010

Polícia encontra túnel no Complexo do Alemão, no Rio


Foto: Site YAHOO

Policiais civis encontraram no início da tarde desta terça (30) um túnel da rede pluvial com 400 metros de comprimento no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A escavação, com início na Rua Joaquim de Queiroz, em frente a uma creche, tem saída para à Rua Arapá. Moradores da comunidade informaram que traficantes teriam usado o túnel para fugir durante as operações policiais na região. Os agentes continuam no local à procura de armas e drogas.

A estratégia da polícia agora é lançar bombas de gás lacrimogêneo dentro das galerias pluviais no conjunto de favelas do Alemão para fazer com que bandidos que porventura ainda estejam escondidos sejam obrigados a sair.

"Vamos fazer isso para ver se ainda há pessoas no local. Não chegamos a confirmar se bandidos tenham fugido desta forma", informou o chefe do Estado Maior da PM, coronel Álvaro Rodrigues Garcia. Segundo ele, após a liberação do gás, a PM vai pedir o fechamento de todas as entradas das galerias pluviais.

Apreensões
No início da manhã desta terça, foram apreendidas armas e drogas dentro de um caminhão da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), nas imediações do Complexo do Alemão. Os agentes abordaram o motorista do veículo, que disse ter sido obrigado por traficantes a retirar o material ilegal que estava na comunidade.

Segundo balanço parcial divulgado, até o meio-dia foram apreendidos dois fuzis, uma submetralhadora MT12 9 milímetros, uma espingarda calibre 12, uma carabina Puma calibre 38, uma espada, dois carregadores de pistola, um carregador de fuzil Ruger e um carregador de fuzil calibre 556.

Também foram apreendidos 638 quilos de maconha e 205 trouxinhas da droga, três quilos de cocaína e 4.391 papelotes, além de 260 ampolas de lança-perfume. Segundo balanço da PM, 103 veículos foram incendiados desde domingo.


FONTE: YAHOO

Rio de Janeiro: bandidos em fuga para o nordeste

Serviço de inteligência da Policia Federal descobre que traficantes e criminosos do Rio de Janeiro estão mem fuga para o Nordeste e é esperado aumento de assaltos a bancos no Piauí no próximo ano

O Serviço de Inteligência da Polícia Federal (PF) descobriu que os traficantes atuando no Rio de Janeiro, em conflito aberto com o Governo do Estado, estão fugindo para o Nordeste.
O chefe da Delegacia de Combate ao Crime Organizado da Superintendência da Polícia Federal (PF), José Olegário Pereira Nunes, disse que no próximo ano a instituição vai fazer operações semelhantes à realizada em Marcolândia, na divisa do Piauí com Pernambuco, de combate ao tráfico de drogas e de prostituição infantial para demonstrar a presença do Estado e evitar a ação de possíveis quadrilhas que estão migrando das regiões no Centro Oeste e Sudeste, principalmente do Rio de Janeiro e de São Paulo para o interior dos Estados do Nordeste, para o interior do Piauí.
“A Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal têm papel muito importante na previsão disso, demonstrando o poder do Estado e demonstrando presença na região Sul do Piauí e nas regiões mais afastadas da capital”, declarou José Olegário Pereira Nunes.
Ele falou que os traficantes e criminosos atuando no Rio de Janeiro e São Paulo planejam montar bases no Rio Grande do Norte e no Ceará por causa da infraestrutura mais desenvolvida, mas o risco é para todas as capitais do Nordeste.
“Estão vindo por causa da logística que esses grupos precisam para se locomover. As capitais maiores como a do Ceará, Fortaleza, de Pernambuco, Recife, onde já existem bases de apoio para esses bandidos que vão fugir, por certo, da ação do Estado”, declarou José Olegário Pereira Nunes.
Ele disse que existem suspeitas de que irão aumentar os assaltos a bancos no Piauí porque vão atuar no Nordeste não apenas os bandidos do Rio de Janeiro, mas também de outros Estados da nação.
“Nós temos que atuar na prevenção contra a criminalidade e não mais e só quando o fato estiver consumado para que nenhum outro Estado para não ficar como o Rio de Janeiro, onde o Estado não estava presente e o crime se instalou, quando existe o vácuo de poder, alguém toma conta, no caso a criminalidade. O que tem que se fazer são ações conjuntas para que se possa prevenir”, declarou José Olegário Pereira Nunes.

Policial que se comportar mal será expulso, diz Cabral

'É guerra', diz Cabral sobre ocupação no complexo do Alemão
Governador diz que pediu que Forças Militares fiquem até outubro de 2011.
Cabral inaugurou a 13ª UPP no Morro dos Macacos, Zona Norte.


Diante das denúncias de que policiais estariam invadindo e saqueando casas no conjunto de favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, o governador Sérgio Cabral disse nesta terça-feira (30) que “não vai tolerar abusos” e prometeu punição aos maus agentes. Ele chamou de “guerra” a situação vivida na região, que foi tomada pela polícia e Forças Armadas no domingo (28).

“Vamos continuar a recuperar todos os territórios. Quando se luta por território é guerra. Quando se conquista é a paz”, afirmou Cabral Filho, durante discurso na cerimônia de inauguração de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, Zona Norte.

“Não vamos tolerar abuso de polícia. O policial que se comportar mal será expulso, mas isso é uma exceção. A maioria está lutando, dando o sangue, entrando em lugares impossíveis com coragem”, completou o governador, diante de policiais militares e de moradores da comunidade.

O governador confirmou que que assinou um pedido de permanência das Forças Armadas para fazer patrulhamento nas favelas do Complexo do Alemão até outubro do ano que vem.

A informação havia sido dada em entrevista dada antes do meio-dia á rádio CBN, quando Cabral ainda estava à caminho da inauguração da UPP (ouça a entrevista).

Procurados pelo G1 por volta das 12h20, os ministérios da Justiça e da Defesa informaram que ainda não haviam recebido o pedido.

Na segunda-feira (29), após se reunir por mais de três horas com a presidente eleita, Dilma Rousseff, o governador havia dito que ia solicitar ao Ministério da Defesa um contingente de dois mil homens das Forças Armadas até julho de 2011, quando, segundo ele, será possível implementar uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na localidade.

O governador explicou nesta terça que o pedido foi feito até outubro para ter uma margem de segurança. Segundo Cabral disse na segunda, a permanência de militares é necessária no primeiro semestre do próximo ano porque não há, atualmente, efetivo suficiente de policiais militares para montar a UPP.

“As forças [federais] que fazem hoje o trabalho solicitado por nós fazem um trabalho de contenção. Outra coisa é o trabalho de patrulhamento. Por força do efetivo que precisamos para isso, nós teremos nesse processo de transição, até a chegada da nossa UPP, no final do primeiro semestre, um efetivo do Ministério da Defesa. Em torno de dois mil homens”, afirmou.

Cabral elogiou a parceria entre forças policiais estaduais e federais na ocupação da Vila Cruzeiro e do Morro do Alemão. Segundo ele, a atuação da Polícia Federal e das Forças Armadas deverá ser solicitada em outras operações de combate ao tráfico no estado.

“Esse modelo que estamos implementando é um modelo que existe há dois anos. É um modelo que as Unidades de Polícia Pacificadora se mantém. Agora, com essa novidade nesse momento complexo do [Morro do] Alemão e Vila Cruzeiro, para outras comunidades que sejam igualmente complexas, o que a gente percebe, o que sente, é essa parceria, essa camaradagem, essa aliança para o bem.”

Fonte:globo.com

29 novembro 2010

Relator sugere investigação para cassar Sargento Regina

O relator do processo da Comissão de Ética da Câmara de Natal que investiga as supostas irregularidades cometidas pela vereadora Sargento Regina (PDT) , vereador Heráclito Noé (PPS), apresentou seu relatório na manhã de hoje à comissão, formada ainda pelos vereadores Bispo Francisco de Assis (PR) e Maurício Gurgel (PHS).

No texto, o relator aponta quebra de decoro da vereadora, flagrada em vídeos gravados em 2009 supostamente negociando votos e apoios em troca de dinheiro. Ele recomenda que a Câmara formalize uma comissão que abra um processo investigativo para analisar a possível perda de mandato de Sargento Regina.

Heráclito Noé explicou que a Comissão de Ética só tem poderes para determinar, no máximo, uma suspensão de 15 dias no mandato dos investigados e a apuração o levou a avaliar que a punição deveria ser a cassação. Por isso, se o parecer for aprovado pelos dois outros integrantes da comissão, na próxima sexta-feira, será encaminhado para o plenário, que em votação secreta definirá pela abertura, ou não, de um processo para investigar a possível perda de mandato.

No trecho final do relatório, Heráclito Noé destaca: "após minuciosa análise dos fatos, em parte, confessados pela denunciada, restou evidenciada a lesão ao decoro parlamentar, cuja punição sugerida pelo regimento desta casa legislativa contempla apenas a hipótese de cassação do mandato parlamentar."

A vereadora Sargento Regina queixou-se da forma como a produção do relatório foi conduzida pela comissão, uma vez que ela supostamente não recebeu informações no transcorrer das diligências. A parlamentar disse que só comentaria o posicionamento do relator depois de ter ler o relatório.

Já a advogada de Sargento Regina, Maria Paula de Castro Ferreira, disse ter sido surpreendida pela notícia da apresentação do parecer do relator à comissão de ética. "Nós deveríamos ser informadas de todos os atos." Ela destacou que a defesa da vereadora irá aguardar a comunicação oficial para se pronunciar sobre o teor do parecer.

27 novembro 2010

Policiais do RN correm o risco de perderem a oportunidade de reforma de seu Estatuto!

Essa é a opinião do presidente da ASPRA PM/RN, Sd PM Eduardo Canuto, que também é Bacharel em Direito.

"Acho que estamos perdendo uma grande oportunidade de ver a nossa legislação atualizada". Disse o presidente da ASPRA.

A polêmica ganhou força na reunião de hoje (27/11), quando da apresentação da minuta da reforma do Estatuto para a tropa, no salão nobre do Quartel do Comando da PM, onde ao serem abordados os assuntos do texto da reforma do novo Estatuto, houve manipulação clara por parte de lagumas lideranças que não quiseram dar ouvidos as opiniões do presidente da ASPRA, tentando ignorá-lo, tendo sugerido, inclusive, que se o mesmo tivesse alguma opinião ou sugestão que apresentasse POR ESCRITO!

"Ai vem a seguinte indagação: Se é uma reunião PÚBLICA, para receber opiniões e sugestões então porque fazê-lo por escrito? Isso é no mínimo incoerente. Estão querendo enfiar um texto ilegal e inconstitucional goela a baixo da tropa, e o que é pior, que beneficia mais oficiais do que praças e não querem deixar niguém opinar, pois pularam vários artigos dizendo não ser de importância, mas é sim, a tropa precisa saber de tudo o que está acontencendo para não ser pega de surpresa". Disse o presidente da ASPRA.

Diante do que houve, o presidente da ASPRA, Eduardo Canuto, retirou-se e foi embora, em meio a reunião, devido a alguns membros da comissão elaboradora do texto não querer esclarecer para a tropa o texto por completo.

Eis alguns dos dispositivos que foram discutidos hoje enquanto o presidente da ASPRA ainda estava presente:

Art. 1º - O presente Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos, ingresso, remuneração e prerrogativas dos militares do Estado do Rio Grande do Norte.

Art. 2º - A Policia Militar cabe a polícia ostensiva e a preservação da ordem publica, ao Corpo de Bombeiros Militar, alem das atribuições definidas em lei incumbe a execução de atividades de defesa civil.


Parágrafo Único - A Polícia Militar e o
Corpo de Bombeiros Militar, forças auxiliares e reserva do exército subordinam-se ao Governador do Estado e terão como comandantes oficiais da ativa, do último posto da Corporação.

Já em outras ocasiões, inclusive tendo constado em ata, foi demonstrado que NÃO SOMOS MILITARES DA ATIVA!

Isso pode até causar supresa em muita gente mas é verdade, os policiais militares não são militares da ativa, de acordo com o que dispõe o § 6º, do art. 144 da Constituição Federal de 1988 e os arts. 4º, Inciso “II” e 6º da lei federal nº 6.880/1980 (Estatuto dos Militares).

Outro ponto controverso nesse artigo é pelo fato de que, na opinião do presidente da ASPRA os Bombeiros não deveriam constar nesse Estatuto, já que o Inciso "I" do art. 21 da Lei Compelmentar 230/2002, expressa: "Aplica-se em caráter provisório, até que ocorra a edição de legislação específica destinada aos oficiais e praças do Corpo de Bombeiros Militar, naquilo que não conflitar com os preceitos desta lei: I - o Estatuto dos Policiais Militares (Lei nº 4.630, de 16 de Dezembro de 1976);"

Assim, o Corpo de Bombeiros pode continuar utilizando a legislação da PM até a edição de seu próprio Estatuto e não constar como parte do texto, muito embora somos da opinião de que essa era a hora de o Bombeiro ter o seu próprio Estatuto e a está desperdiçando.

Partindo daí, pulou-se para o art. 5o sobre a questão da carga horária que foi aprovada pela maioria dos presentes em 160 horas mensais, em turno não superior a 12 horas, ignorando os demais dispositivos que reúnem uma série de inconstitucioanlidades em seus dispositivos, as quais podem ser vistas nas observações, na minuta que está abaixo, onde AUMENTA, inclusive, o tempo de serviço para o policial militar poder se condidatar.

Enquanto no atual Estatuto (art. 51) e no art. 98 do Código Eleitoral, o policial militar pode se candidatar com 5 anos de serviço, no texto apresnetado pela comissão só pderá se candidatar com 10 (dez) anos. Portanto, é um retrocesso em relação a uma conquista já expressa em lei.

Outro ponto é que fizeram constar no texto a PROIBIÇÃO DE HABEA-CORPUS PARA PUNIÇÃO DISCIPLINAR (§3o do art. 2o).

Ora, já entendimento assente tanto na doutrina quanto na jurisprudência que é cabivel o habeas-corpus para a punição disciplinar militar, onde, inclusive, conseguimos, talvez o primeiro do Brasil, para praça estadual em atividade, aqui no RN, para um associado da ASPRA em 2004, logo, estaríamos endando na contramão das nossas conquistas, o que nos faz indagar se esse texto realmente foi elaborado por praças que têm o dever de defender a sua categoria!

No art. 6o foi apresentada, pelo presidente da ASPRA, tese de inconstitucionalidade por ferir o Inciso VI, do § 3o do art. 12, da CF de 1988, pois o cargo de oficial das Forças Armadas é provativo de brasileiro NATO, ou seja, o nascido no Brasil e como a PM/BM estão sujeitas a qualquer momento incorporar as Forças Armadas não pode haver contrariedade a esse dispositivo.

O Parágrafo único desse dispositivo também fere a LC 090//1991 (Lei Orgânica da PM), pois os Quadros de pessoal deve constar na Lei Orgânica e não no Estatuto, conforme faz referência a própria lei.

Já o art. 7o está em total desacordo com o art. 6o da Lei Federal 6.880/1980 (Estatuto dos Militares), pois as expressões ali contidas são de uso exclusivo das Forças Armadas.

Outra perda significativa é terem retirado os Capelães militares do Estatuto, pois esses têm cuidado da vida espiritual dos membros da PM/BM.

Outras dúvidas ainda persistem, tais como: Na letra "a" do Inciso "III", do art. 48 do texto da reforma do Estatuo fala que a praça adquire estabilidade com 3 anos de serviço, mas fica a dúvida: porque o oficial adquire estabilidade com 6 meses (Aspirante) e o praça só com três anos? Afinal, tanto o praça quanto o oficial não são VITALÍCIOS de acordo com o §2o do art. 3o da lei 4.630/76 (Estatuto dos policiais militares)?

Essas e outras dúvidas, tais como a falta de assitência médica e auxílio funeral no novo texto, que precisam ser esclarecidas e que foi vedado por alguns membros da comissão elaboradora do texto do novo Estatuto, precisam ser cobradas pela TROPA. Disse o presidente da ASPRA. Eduardo Canuto.

Se tais textos passarem na forma em que estão, correm o risco de:

1) não ser aprovado pela Assemléia Legislativa;

2) Se for aprovado pela Assembléia, corre o risco de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade pelo Ministério Público Estadual ou de qualquer interessado que se julgue prejudicado.

Logo, corremos o risco de trabalhar em vão pela atualização de nossa legislação.

Isso sem falar que até que isso ocorra, cause um grande prejuízo a tropa.

Para acessar o Projeto de reforma do Estatuto dos policiais militares/RN, clique aqui

26 novembro 2010

Governo do Estado entrega 233 motos e 300 armas à Polícia do RN

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed), entregou na manhã desta sexta-feira (26), na sede do Comando Geral da Polícia Militar, na avenida Rodrigues Alves, no Tirol, 233 motocicletas e 300 armas, entre carabinas e espingardas, ao aparelho da segurança estadual. Os equipamentos serão empregados no policiamento ostensivo. O investimento nas motos e armas ultrapassa os R$ 4,5 milhões.

O secretário da Segurança Pública, desembargador Cristóvam Praxedes, explicou que 214 motocicletas serão utilizadas pelas Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), Programa Educacional de Resistência as Drogas (Proerd) e Polícia Rodoviária Estadual (CPRE). As demais serão destinadas a outros órgãos da Segurança Pública e Corpo de Bombeiros. "Estamos dotando a polícia de melhor estrutura para o policiamento ostensivo. Esse investimento soma-se a outros feitos com a aquisição de veículos e motos", disse.

As motos são equipadas com intermitente, sirene, protetor, bagageiro e identificação específica para cada unidade policial, além de capacetes de última geração. Cada unidade totalmente equipada foi adquirida por R$ 14.300,00.

Na mesma solenidade, a Sesed entregará à Polícia Militar 100 carabinas calibre 40 e 200 espingardas calibre 12. A carabina CT 40, de calibre restrito as forças policiais, é uma arma longa de cadência semi-automática ideal para uso em operações, sendo utilizadas por forças policiais de todo País. As armas, segundo o comandante geral da Polícia Militar, coronel Francisco Canindé de Araújo, serão utilizadas pelas equipes de Operações Especiais, Batalhão de Choque e Rádio Patrulha. "As armas entregues hoje são de última geração", disse.

Fonte:rn.gov.br

Deputado Major Fábio conclama paralização nacional em favor da PEC 300



Aqui no RN também já há rumores de reunião para tratar de uma paralização nacional dos policiais militares.

Áudio da reunião do Conselho Político vaza no Palácio do Planalto

O encontro do Conselho Político reúne líderes partidários no Congresso com o Presidente da República. A reunião trata de assuntos de interesse do Governo Federal no Congresso. É realizada a portas fechadas, em uma sala de audiência no terceiro andar do Palácio do Planalto, onde fica o gabinete da Presidência.O sistema de som da sala estava aberto e o conteúdo da reunião vazou na sala de imprensa.

FONTE: Jornalismo SBT