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Extinção da PM

Colunista da Folha de S. Paulo defende a extinção da Polícia Militar...

PAGAMENTO DO #SUBSÍDIO

Diretoria de Pessoal da PMRN divulga níveis e respectivas numerações...

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27 maio 2011

Sesed prorroga e amplia contrato de aluguel de viaturas

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) prorrogou por mais 12 meses o contrato de aluguel de viaturas com a empresa pernambucana Locavel. A Sesed também ampliou a quantidade de carros locados, passando de 300 para 360. O valor do acordo é de R$ 8,3 milhões, sendo pago por cada veículo a quantia de R$ 1.929,41 por mês.

As informações estão na edição desta sexta-feira, 27, do Diário Oficial do Estado (DOE) e pertencem ao processo de nº 212304/2010-1. A prorrogação do contrato tem início a partir do dia 28 de maio de 2011 e término em 27 de maio de 2012. O documento também traz informações relativas à dotação orçamentária: “Os recursos destinados à execução do presente aditivo, estão alocados na seguinte dotação orçamentária: 25203 06 181 2531 12660 (...) sendo R$ 4.862.113,20 para o exercício de 2011 e R$ 3.472.938,00 para o ano de 2012”.

A negociação ocorre após um período conturbado na relação da empresa com o Executivo. Em fevereiro, a Locavel passou a recolher as viaturas da Polícia Militar do RN por falta de pagamento.

O débito da administração estadual atingiu a quantia de R$ 2,4 milhões e foi negociada em parcelas com o diretor comercial da empresa. No total, mais de 30 viaturas foram tiradas de circulação em função da dívida e prejudicou o funcionamento da PM principalmente em cidades do interior.

Fonte:tribunadonorte

23 maio 2011

Viatura da PM capota na BR-101

Uma viatura da PM capotou em plena BR-101 sul por volta das 12h30 desta segunda (23).

O acidente ocorreu nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal, perto de São José de Mipibu, no sentido Mipibu-Natal.

No momento do acidente, a viatura estava com "lotação completa" - três policiais; um deles, dda a gravidade, foi socorrido por uma equipe da SAMU.

Pelas descrições, o capotamento inesperado foi causado por um pneu estourado.

FONTE: NOMINUTO

21 maio 2011

Rosalba reafirma que não há dinheiro para implantar planos de cargos e culpa Wilma

- Publicado por Robson Pires - Em Notas - 21 mai 2011 - 12:43 -

Em agenda na cidade de Mossoró, a governadora Rosalba Ciarlini voltou a culpar a administração de Wilma de Faria e Iberê Ferreira por ter aprovado plano de cargos e salários sem recursos para serem executados.

“Sabíamos que enfrentaríamos dificuldades, porque a administração passada fez benesses com o chapéu alheio”, disse a governadora.

Ela lembrou que a gestão não tem dinheiro para executar os aumentos: “O governo passado não deixou dinheiro, porque os planos foram para ser aplicados em outro governo e isso nos deixou em uma situação difícil. Todos sabem das nossas dificuldades e a Lei de Responsabilidade Fiscal deve ser cumprida. Não vamos atuar na ilegalidade”.

A governadora Rosalba Ciarlini ressaltou que está aberta ao diálogo com os grevistas e pediu “paciência”. “Estamos em um estado livre e respeitamos as reivindicações. Que façam de forma ordeira e sem radicalismo. É um direito reivindicar, mas não posso querer atender em uma situação em que estamos. Não vou cometer ilegalidade, embora reconheça e gostaria de atender. Vamos atender a todos, se tiverem paciência.”

Panorama Político – Anna Ruth

FONTE: BLOG DO XERIFE

NOTA DE ESCLARECIMENTO

No dia 20 de maio as entidades representativas de classe (ASSPM, ACS, ASSPRA, ASPRA PM/RN, APRAM, ABM e APM) se reuniram no Clube Tiradentes, para traçarem diretrizes para a assembléia a ser realizada neste dia 21/05/2011.

Na reunião ficou acertado que as entidades, DA GRANDE NATAL, incluindo-se aí a ASOF/PM e ASPIPERN, comporiam a mesa, tendo que para isso contribuir para com as despesas da assembléia, o que seria justo, tendo, inclusive, tudo sido registrado em ata.

No entanto, ao chegar no evento, o presidente da ASPRA PM/RN, se deparou com outra situação, pois estavam sentados a mesa apenas os representantes da ASSPM, ACS e ASOF/PM (além de uma outra pessoa que não recordamos no momento).

"Diante da supresa, pois já cheguei um pouco tarde ao evento devido a estar em tratamento médico e os medicamentos provocarem sono forçado, encontrei uma situação diferente da que havia sido decidida no dia anterior. Ao subir para o palanque do CEMURE, fui informado pelo SGT Eliabe que "a assembléia" teria decidido que só comporiam a mesa aquelas quatro pessoas. Diante da situação diversa a que foi decidida no dia anterior, resolvi me retirar para evitar constrangimento". Disse o presidente da ASPRA PM/RN, Eduardo Canuto.

Mas o que causou mais irresignação ao presidente da ASPRA PM/RN, foi que as despesas com a assembléia foram rateadas, tendo a ASPRA depositado no mesmo dia (20/05), ás 17:59 hs o valor de R$ 139,88 (cento e trinta e nove reais e oitenta e oito centavos), na conta da ASSPM, referentes ao rateio das despesas e a duas camisetas, onde havia ficado claro que somente as entidades contribuintes e que os representantes estivessem vestindo as camisetas referente ao movimento poderiam estar a mesa.

VEJAM O COMPROVANTE DE TRANFERÊNCIA:



"O motivo da presente nota é para que se evite repetir o que aconteceu em 2007, quando a ASPRA PM/RN, foi impedida de participar do movimento e depois fomos informados que as pessoas que estavam a frente teriam dito a quem estava presente, que as entidades que não estavam presentes ali era por que eram "covardes". Como, pelo visto, existem sinais de que a cena pode voltar a se repetir, resolvemos nos antecipar e informar aos nossos associados que, de alguma forma estamos presentes a luta, é só dar uma olhada no nosso BLOG e conferir as nossas ações". Disse mais o presidente da ASPRA PM/RN, Eduardo Canuto.

Logo, a ASPRA PM/RN, entende que foram violados acordos do dia anterior e por isso reprova a atitude das entidades que assumiram a frente do movimento, em detrimento das demais, desprezando mais uma vez a contribuição e o apoio direto de entidades e pessoas que em muito poderiam fortalecer o movimento.

A diferença é que a gora a tropa está bem acordada e atenta a grupos políticos que procuram se beneficiar das necessidades da nossa categoria para servir de trampolim político, colocando em xeque a credibilidade do movimento.

20 maio 2011

“Governo não fatiará negociação”

Anna Ruth Dantas - repórter

A resposta do Governo as greves já deflagradas, dos médicos, professores e policiais civis, e a ameaça de novas categorias, vem em tom de repreensão. O secretário-chefe da Casa Civil Paulo de Tarso Fernandes descartou que o Executivo negocie com qualquer categoria isoladamente. Segundo ele, o tratamento será único para todos os servidores já que “o cofre de onde vem o dinheiro é único”. “Não podemos negociar fatiando a administração pública, porque o  funcionalismo é um só. Não é possível discutir com uma categoria em detrimento de outra”, destacou. O secretário descartou reajuste imediato para as categorias e considerou “inexequível” os planos de cargos que prevêem reajuste médio de 70%. “70% é inexequível para sempre. Não há a menor possibilidade de se dar um aumento numa folha de pagamento que está no limite das disponibilidades financeiras do Estado, desse valor”, comentou. Paulo de Tarso considerou irresponsável a aprovação das leis, ocorridas no ano passado, prevendo a implantação dos planos de cargos. Ele disse que o Governo não descumpre a legislação, já que acima da lei estadual está a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ainda sem falar nas medidas que serão adotadas pelo Executivo, o secretário da Casa Civil afirmou que “os serviços básicos à população não serão paralisados”. Confira a entrevista que concedeu à TRIBUNA DO NORTE:

A que se deve tantos  movimentos de greves de tantas categorias? Parte está em greve, parte irá entrar.
Eu atribuo à  irresponsabilidade de ter se prometido o aumento  reais ao funcionalismo sem nenhuma possibilidade de ser cumprida.

Irresponsabilidade por parte de quem? Dos secretários?

Por parte do governo. O  governo anterior ao nosso. Todas essas leis foram aprovadas numa gestão anterior a nossa.

Doutor Paulo, mas usando o termo que o senhor empregou, essa irresponsabilidade não seria dos deputados que aprovaram a lei?

Que seja. Não estou eximindo ninguém. Estou achando que é uma postura irresponsável. Sem nenhum alicerce ou fundamento na realidade financeira do Estado. A média de aumento  é de 70%. Como é possível se dá um aumento de 70%? Isso não existe numa economia forte, imagine na do Rio Grande do Norte que é no limite, na corda bamba.

Como o governo pretende negociar?

O governo pretende negociar isso em conjunto, globalmente. Não podemos negociar fatiando a administração pública, porque o  funcionalismo é um só. Não é possível discutir com uma categoria em detrimento de outra. Aliás, no caso do Rio Grande do Norte não é uma categoria, é uma repartição independente de outra. Existe tratamento diferenciado para o pessoal do gabinete civil, diferente do pessoal da Emater. Existe em uma única secretaria tratamento diferenciado, como na Secretaria de Tributação que tem o fisco e os técnicos de tributação que não são auditores, aí há duas classe: os oriundos do Bandern, é de uma maneira e os que não são, é de outra. É difícil conciliar isso.

São 14 categorias reivindicando reajustes. Como fazer para o reajuste ser uniforme? Os mesmos X% oferecidos a uma, será dado a outra?

Primeiro que eu não estou dizendo que vou oferecer reajuste nenhum. Eu penso é que não se pode negociar numa situação financeira dramática como está a do Estado e mais separadamente  com vários departamentos, várias repartições, diversos sindicatos e associações. Isso é impossível. O caos a que se chegou se deu em razão da pressão política, onde quem estava mais perto do poder teve de uma maneira, quem estava um pouco menos, teve de outra. Então, se instaurou essa desordem.

Então o que o governo oferecer a uma, vai oferecer a outra?

O governo pretende tratar igualitariamente os servidores.

E como o governo, na prática, vai resolver essa questão com os servidores? Como vai se dar essa logística de negociações uniforme entre todas as categorias?

Por isso é que eu digo, a pressão, a intimidação, a ameaça é contraproducente para o servidor. Exatamente devolvo a pergunta, como é possível negociar se cada um puxa para um lado? Administrativamente é inviável. É preciso ter  serenidade para poder se compreender como um todo a questão da política salarial  do Estado. Porque como um todo é o mesmo caixa, não é maior para um que para outro.

Como o governo  pretende sensibilizar as categorias que ainda não entraram em greve?

O governo está absolutamente sereno. A sociedade pode ficar certa que o governo enfrenta esse tipo de dificuldade, assim como enfrenta outras até maiores, como as de ordem financeira e  orçamentária - que é gravíssima.  Então, não vejo ameaça de paralisação do serviço público, ao contrário. Apesar de muita gritaria a segurança pública está nas ruas, as questões essenciais estão todas funcionando. O Estado não vai ser paralisado por causa disso. E eu volto a dizer a greve é contraproducente porque impede não só a negociação, impede a compreensão do momento dramático das finanças do Estado, por parte dos servidores.

Se o governo vai tratar todas as secretarias uniformemente, os projetos de lei que foram aprovados na Assembleia Legislativa, as leis de planos de cargos, carreira e salário, são inócuas então, secretário?

Atualmente essas leis não podem ter aplicação, por    que há uma lei maior que impede, que é a lei federal da responsabilidade fiscal. Então, invocar as leis estaduais contra a lei federal é inócuo. O que precisa é repactuar com os servidores essa questão. E se eventualmente, houver necessidade de se alterar essas leis, isso será transferido para Assembleia Legislativa, a responsável por alterar ou adequar as leis à realidade do Estado.

O senhor cogita essa possibilidade?

 Se foi esse o pacto entre o governo e os servidores, essa pode ser uma das hipóteses que futuramente possa ser cogitada. Por enquanto, não é nada de concreto.
A estatística de 70% - a média de reajuste - é um índice desaconselhável para a realidade do país. Isso não é inexequível para os próximos anos?
 Setenta por cento é inexequível para sempre. Não há a menor possibilidade de se dar um aumento numa folha de pagamento que está no limite das disponibilidades financeiras do Estado, desse valor. Pagar de onde? Se a folha do  Estado custa  mais de R$ 200 milhões, 70% são R$ 140 milhões. Tirar de onde? A possibilidade de dar este aumento não existe.

Mesmo estando na lei?

Pode estar em qualquer lei. É por isso que eu comecei a entrevista dizendo a vocês que é uma irresponsabilidade, uma irrealidade isso.

E como fazer se existe uma lei, que via de regra deve ser cumprida, mas não será cumprida pelo Estado?

A lei só pode ser cumprida quando é possível. Não se pode cumprir uma lei impossível. Porque aí eu posso devolver a pergunta: a lei manda que se aumente a folha do Estado em R$ 140 milhões, mas a lei diz de onde tirar?

O que o governo faz agora? Como vai ser essa logística de negociação?

Essa é a dificuldade maior hoje. É a dispersão dos esforços do quadro de servidores, cada um fazendo seu movimento independentemente, supondo que é possível se tratar uma repartição pública, diferente da outra. Não é possível.

Secretário, então, hoje há um entendimento do governo de que não há nem agora, nem nos próximos anos como cumprir esses planos que foram aprovados?

Nos próximos anos, eu não sei. Mas num horizonte mais ou menos imediato evidentemente que não.

Como o governo dará garantia que os serviços públicos não serão paralisados?

Na questão de segurança especificamente, iremos transferir uma delegacia de polícia para dentro do quartel do Comando Geral da Polícia para dar garantia absoluta ao trabalho dos policiais que quiserem trabalhar e lá estará aberto à população para qualquer tipo de demanda na área policial. Estar se assegurando o cumprimento legal dos 30% do efetivo da polícia civil nas delegacias, para que possam funcionar as de plantão. E a polícia militar estar funcionando plenamente, sem desfalques, garantindo a segurança ostensiva da população. Os delegados de polícia que são a cúpula da polícia  civil compreendem a necessidade de prestar o serviço  à sociedade, como é seu dever, todos estão trabalhando.

Os médicos afirmaram que entrarão em greve no dia primeiro de junho. Outras categorias, quase 14, já disseram que entrarão a partir do dia 25 de maio. A frente de lá está montada. E a frente de cá?

Como disse,  o governo tem meios para garantir os serviços públicos à população.

Entrar com ação na justiça, secretário?

Ainda não se cogita essa hipótese. O governo, com muita convicção,  tem repetido à exaustão que não serão necessárias medidas de retaliação para que o bom senso volte a imperar e principalmente a percepção da realidade. Como já disse não é produtivo fazer reivindicações que todos sabem  não poderão ser atendidas. É questão de bom senso. De forma a, serenados os ânimos dos mais exaltados, aqueles que são conduzidos por sindicatos com influência política, possam ser levados a bom termo.

A governadora afirmou que quem trabalha irá receber. Quem não trabalha não deve receber. O governo vai cortar o ponto dos grevistas?

Como já disse, não se cogita medidas de retaliação, por enquanto. Mas a afirmação da governadora Rosalba, tenho certeza que é o pensamento da grande maioria da sociedade que espera que aqueles que são pagos por eles, trabalhem no serviço público.

Para concluir, qual a próxima medida do governo diante de tantas greves?

O governo não está parado. O governo está debruçado, estudando todas as possibilidades de aumentar a  arrecadação, conter gastos supérfluos, ordenar e qualificar as despesas de modo a ser possível, num horizonte mais breve, acenar com a possibilidade de entendimento. O governo tem a firme convicção que o movimento grevista, só pela greve, que de ante mão se sabe que será infrutífera, esse movimento se exaurirá é um movimento mais de discurso do que proposta. O governo espera que os servidores entendam que o governo atual não é o responsável por esse caos e que fará o possível para que possa remunerar com o mínimo de justiça os seus servidores. Repito, não adianta se revestir de escudos beligerantes, quando não se diz de onde virá os recursos. Não há pagamento sem receita.

O governo não se intimida com essas greves de categoria?

O governo temeria se não estivesse cumprindo seu dever.  Não há razão para se intimidar ou ter peso na consciência.

FONTE: TRIBUNA DO NORTE

Sinpol e representantes da PM garantem harmonia entre os policiais

O Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte (Sinpol) garantiu que a relação entre os agentes e os membros da Polícia Militar é de harmonia. Durante entrevista coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (20), o Sinpol voltou a explicar as declarações da presidente do sindicato, Vilma Marinho, que garantiu a resistência dos policiais civis até de forma violenta caso houvesse a tentativa da PM de retirá-los da manifestação realizada na quinta-feira (19), em frente à Governadoria.

Durante a reunião, que ocorreu na sede do Sinpol, a vereadora Sargento Regina (PDT) e o presidente da associação dos Subtenentes da PM, Sargento Eliabe Marques, também participaram e garantiram que a presença era uma forma de demonstrar que as duas entidades estão unidas e que os policiais militares apoiam a reivindicação dos civis, que estão em greve.

A presidente do Sinpol, Vilma Marinho, afirmou que as imagens divulgadas no YouTube foram editadas e expostas fora de contexto. Segundo a sindicalista, o posicionamento da Polícia Civil era o de permanecer realizando a manifestação pacífica, mas garantir que não admitiriam a utilização de força para que os agentes fossem retirados. Para Vilma Marinho, a edição do vídeo foi uma tentativa de jogar uma polícia contra a outra.

FONTE: TRIBUNA DO NORTE

19 maio 2011

Sinpol explica suposta ameaça de confronto armado com PM

A manifestação dos policiais civis do estado, que ocorreu na manhã desta quinta-feira (19), na Governadoria, teve momentos de tensão. Em greve desde o início da semana, os policiais civis queriam chamar a atenção da governadora Rosalba Ciarlini e pedir que o Executivo sentasse à mesa de negociação com a categoria. No entanto, a possibilidade de que a Polícia Militar fosse acionada para retirar os manifestantes do local fez com que a presidente do Sindicato dos Policiais Civis do estado (Sinpol), Vilma Marinho, informasse que os civis também estavam armados e iriam resistir.

Em entrevista a emissoras de TV, Vilma Marinho disse que os policiais civis não iriam admitir que a PM usasse força para retirar os manifestantes e que resistiriam "até que tivesse um vivo", ressaltando que a categoria também é formada por profissionais que portam armas. Contudo, a diretora jurídica do Sinpol, Renata Pimenta, garantiu que pode ter havido má interpretação por quem viu apenas vídeo publicado no YouTube.

Ressaltando que os policiais civis tentam desde abril uma reunião com Rosalba Ciarlini para discutir a implantação do plano de cargos, Renata Pimenta garantiu que a manifestação tinha a única intenção de chamar a atenção da governadora, assim como tentaram em frente ao Tribunal de Justiça, na tarde da quarta-feira (18). O protesto era pacífico e, por isso, a sindicalista disse que os policiais civis não poderiam ser retirados do local, que é público.

"Vivemos em um país democrático e podemos fazer uma manifestação pacífica.Mas chamar a tropa de Choque para retirar os policiais? Se o Governo mandasse utilizar a força, nós iríamos utilizar também. Nós não somos inimigos da PM, somos irmãos. Somos inimigos dos bandidos, e na manifestação não havia bandidos. Havia policiais", explicou.

Ainda segundo Renata Pimenta, caso os policiais civis fossem agredidos, eles teriam o direito legal de reagir. "Foi colocado em votação se todos queriam permanecer no local, e todos disseram que sim. Por isso decidimos permanecer", disse Renata Pimenta.

A manifestação dos policiais civis transcorreu normalmente e não houve ação por parte dos policiais militares para retirar os manifestantes do Centro Administrativo.

Na manhã da sexta-feira (20), a diretoria do Sinpol vai conceder uma entrevista coletiva para expor a avaliação do movimento grevista e explicar a atual situação da categoria.

Segue o vídeo no youtube.






Fonte:tribunadonorte

A IMPORTÂNCIA DE UMA POLÍCIA BEM PREPARADA.

NOTA DO BLOG:

Veja a importância de uma polícia preparada para enfrentar os bandidos nas ruas.
Agora a mídia consegue enxergar que a PM de todo o Brasil precisa de treinamento e equipamentos de trabalho.
Fico imaginando se esse meliante estivesse armado, com certeza agora as famílias desses policiais, bem como seus companheiros de farda estariam lamentando suas perdas.
É lamentável, mais é a realidade.
Estatística não basta, se nunca sair do papel.




Lucinete Silva